O ator Cláudio Dias é destaque n'O Tempo de hoje.

>> sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Teatro.Após 251 apresentações de ´Aqueles Dois´, ator ficou de fora na comemoração dos 10 anos do Luna Lunera
O dia em que Cláudio trocou o palco pela plateia


Publicado no Jornal OTEMPO em 16/09/2011 
LUCIANA ROMAGNOLL



FOTO: DIEGO PISANTE/DIVULGAÇÃO

Único ator do Luna Lunera a estar em cena em todas as apresentações dos cinco espetáculos do grupo, sem jamais ter precisado de substituto, Cláudio Dias foi surpreendido por uma crise de apendicite às vésperas de voltar ao cartaz com "Aqueles Dois" pela temporada comemorativa de 10 anos da companhia.  

Ele havia saído há pouco do ensaio para a cerimônia de comemoração do aniversário, quando passou mal, na noite de  terça-feira da semana passada. No dia seguinte, fez a cirurgia que o tiraria do palco pela primeira vez em uma década de teatro. "Veio uma frustração imediata: ´poxa, logo agora?´ Por mais que já tenhamos feito  251 apresentações do ‘Aqueles Dois’, essa era simbólica", lamenta.

A compensação foi a primeira oportunidade de assistir ao espetáculo da plateia, na sala Juvenal Dias, onde fica em cartaz até domingo.

Acúmulo.
 Se não bastante a assiduidade no palco, Cláudio acumulava funções como um dos diretores do espetáculo e produtor desde 2001 - tarefa que abandonou no início do ano. "Ao montar um espetáculo, durante as temporadas e viagens eu ficava muito dividido, isso me esgotou".

Mesmo na correria, a única ocasião anterior em que ele se viu "no limite" para não entrar em cena foi quando o irmão morreu em um acidente de carro. O espetáculo era "Não Desperdice sua Única Vida", de viés biográfico. Cabia a Cláudio dizer que perder um amor doía mais do que a morte de alguém. "Eu não podia falar uma coisa que contrariava o que eu vivia naquele momento. Decidi mudar a biografia, falando da transformação daquele sentimento".

Mudanças. Depois da cirurgia de emergência, o grupo mexeu suas peças para não deixar o público desatendido. Rômulo Braga voltou ao elenco e Guilherme Théo - que entrara após a saída do ator - teve dois dias para preparar uma troca de papel e assumir o do ausente.

Foi com a atenção voltada para seu substituto que Cláudio viu o espetáculo, no domingo. Saía de casa pela primeira vez depois da internação. Com as mãos sobre o abdômen, sentindo ainda dor, ele percorreu a longa fila na entrada. "Foi legal ver a expectativa das pessoas".

Dentro do teatro, a emoção se tornou nervosismo. "Não consegui me entregar ao espetáculo", admite. O olhar de diretor tomou conta, e Cláudio vasculhou a cena percebendo o que funcionava ou não - e rindo de detalhes que desconhecia.

"É engraçado, depois de fazer tantas vezes o espetáculo, ainda encontramos no que mexer. Apesar de ter sido o sucesso que foi, a batalha não está ganha, todo dia temos que estar atentos para não cair no mecânico e para que o jogo não se cristalize".

No dia 23, ele enfim retorna ao palco para apresentar "Nesta Data Querida". "Fizemos uma temporada no Sul, o espetáculo está revigorado", diz, animado.

Agenda
O que. "Aqueles Dois"
Quando. Hoje e amanhã, às 21h, domingo, às 19h
Onde. Sala Juvenal Dias - Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, centro)
Quanto. R$16 e R$ 8 (meia)

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Luna Lunera é Capa do Jornal "O Tempo" de hoje

>> sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Movidos pelo envolvimento

JULIA GUIMARÃES

Quando ainda eram alunos do curso de teatro do Palácio das Artes, os integrantes do Luna Lunera assistiram a dois vídeos da coreógrafa alemã Pina Bausch que marcaram profundamente a percepção artística do grupo. Na época, montavam o espetáculo "Perdoa-me por me Traíres", e o vídeo fazia parte da pesquisa sobre teatro-dança, que viria a ser uma forte marca posterior do coletivo.

Ao longo de dez anos, foi justamente o intenso envolvimento estabelecido nos cinco
processos de criação do grupo que desenharam a identidade construída nesse período, numa trajetória que fez do Luna Lunera um dos mais admirados da nova safra teatral do país.

E esse caminho será partilhado com o público a partir de hoje, quando se inicia, com o espetáculo "Cortiços", a mostra de repertório comemorativa de aniversário do grupo. Até o fim de setembro, o Luna Lunera apresenta, ainda, "Aqueles Dois" e "Nesta Data Querida".

"Se no ‘Perdoa-me’ descobrimos as possibilidades do teatro-dança, no ‘Nesta Data’ surge o processo colaborativo, cuja característica vai ficar forte no grupo: a do ator criador. Essa marca se radicaliza no ‘Aqueles Dois’, já que a direção passa a ser do próprio grupo. Nossa trajetória sempre foi pautada por esse acúmulo de contaminações", observa Isabela Paes, atriz do Luna Lunera.

Além de virem de uma turma do Palácio das Artes, outra característica que singulariza o grupo é o fato de terem emplacado um espetáculo de sucesso logo no seu nascimento. "Perdoa-me por me Traíres" rapidamente caiu no gosto do público e da crítica, o que gerou novos movimentos ao coletivo.
F"Uma das últimas lições que o curso do Palácio das Artes nos deu foi essa: ‘bom, sucesso é isso, então, não corram atrás dele, porque é somente isso’. Assim, pudemos focar na arte sem pensar muito nessas questões, até porque sabíamos que o fracasso também viria como algo natural do nosso ofício", observa o ator Odilon Esteves. "Esse sucesso também nos obrigou a nos profissionalizarmos rapidamente, o que deu estrutura para as criações posteriores", completa o ator Cláudio Dias.

Por estar aberto ao risco, o Luna Lunera fugiu das dramaturgias pré-existentes e não temeu tocar em limites delicados, como o da biografia e da ficção. Aliás, a pergunta biográfica levantada no espetáculo "Não Desperdice sua Única Vida" sobre os por quês de se fazer teatro suscitou uma profunda crise no grupo, que foi se reencontrar justamente no outro grande sucesso, "Aqueles Dois".

"Depois dessa montagem, o grupo quase se esfacelou, passamos seis meses apenas resolvendo questões burocráticas. Foi então que decidimos fazer um treinamento só entre nós, sem diretores. E o curioso é que dessa experiência surgiu o ‘Aqueles Dois’, que fala justamente de encontros num ambiente burocrático", pontua Odilon Esteves.

O envolvimento com a criação indissociável à própria vida culminou em outra característica que permeia os trabalhos do Luna: a ideia de um ator tão presente em cena quanto seu personagem, numa busca pela sinceridade na atuação. "Ao longo das montagens, percebemos que deveria haver uma conexão estreita entre o que eu faço e o que eu sou nos espetáculos", opina o ator Marcelo Souza. "Por isso o contato com a dança, pois o que nos toca verdadeiramente passa pelo corpo", completa Isabela. 



Parceiros refletem sobre a trajetória do Luna Lunera
Julia Guimarães


Entre diretores e ex-integrantes do Luna Lunera, uma opinião é unânime: um dos aspectos mais fortes no coletivo é a generosidade e abertura para se envolverem numa criação. Não por acaso, os espetáculos que integram a mostra dos dez anos do grupo são tão diferentes entre si: revelam a predisposição do grupo ao diálogo com outros criadores.

"Muitos atores saem da escola com ideias muito fixas sobre teatro. No caso do Luna, foi o contrário, eles encararam a experiência da criação de forma muito aberta. Daí, embora não tivéssemos muitas afinidades estéticas, tivemos afinidade de predisposições. E outra coisa legal no grupo é que são ótimos atores, pessoas que têm talento e estão preparadas para lidar com isso", observa Rita Clemente, que dirigiu o grupo em sua segunda montagem, "Nesta Data Querida".

Opinião semelhante compartilha a diretora Cida Falabella, que se encontrou com o grupo no espetáculo "Não Desperdice sua Única Vida". Como é comum ocorrer nos processos de criação do Luna Lunera, logo no início da montagem foram realizados ‘ensaios afetivos’, com as proposições artísticas de cada ator, individualmente. A diretora então provocou os integrantes para outros caminhos e, desse diálogo, surgiu o espetáculo.

"Por trabalhar com a biografia de cada ator, esse foi um trabalho de imersão. E a principal característica do grupo é que eles saltam no ar sem a proteção da rede. Eles são muito entregues e nos mostram uma paixão muito grande pelo trabalho do ator", menciona.

Também para a ex-integrante Maria Alice Rodrigues, que foi do Luna Lunera durante seis anos, é a imagem do risco que melhor caracteriza o grupo. "Costumo dizer que éramos ‘kamikases’, que queríamos fazer teatro sempre da maior e da melhor forma que pudéssemos fazer. E outra característica que sempre caracterizou o Luna foi a transformação, pois nunca nos fechamos numa só linguagem".

Já na opinião de Fafá Rennó, ex-integrante e atriz da montagem "Nesta Data Querida", a síntese das buscas do grupo estaria no espetáculo "Aqueles Dois". "É o maior brinde para o trabalho coletivo que o Luna perseguiu ao longo desses anos. Pois ali, houve um compartilhamento real de tudo o que acumulamos nessa trajetória e num diálogo muito afinado com o público, que participou de todo o processo de criação".

Já na experiência seguinte ao "Aqueles Dois", o "Cortiços", a grande riqueza do processo, segundo Tuca Pinheiro, foi o saudável confronto entre linguagens. "O cruzamento entre as dramaturgias de dança e de teatro criou um embate entre nós. Mas foi interessante ver a abertura tanto de um lado quanto de outro para achar um meio termo proveitoso", diz o diretor de "Cortiços".  

http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=179871,OTE&IdCanal=4





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Reencontro com a história da Luna Lunera

>> quarta-feira, 17 de agosto de 2011

MILTON LUIZ

Em 2001, quando se formaram no curso de teatro do Palácio das Artes e decidiram criar um grupo, os atores da Cia. Luna Lunera ouviram algumas pessoas comentarem: "ah, a história é repetida. Todo mundo que forma fala que vai virar um grupo. Espera dois meses..." Odilon Esteves conta que essa provocação perseguiu o grupo, que agora completa uma década de existência, em alguns momentos.

Esta trajetória, feita de sucesso, reconhecimento e prêmios, poderá ser revista. Três dos cinco espetáculos produzidos pela Luna Lunera serão reapresentados em uma mostra que vai ocupar três teatros, nos meses de agosto e setembro. "Cortiços" abre a série, com apresentações entre os dias 19 e 21 de agosto, no teatro do grupo Corpo.

Na sequência, "Aqueles Dois" (em temporada entre os dias 9 e 18 de setembro, na sala Juvenal Dias). "Nesta Data Querida", que poderá ser visto de 23 a 25 de setembro, no teatro Dom Silvério, fecha a trilogia. "A sensação é que a gente está sempre recomeçando. É bonito pensar que existimos como grupo. O balanço desses dez anos é pensar que, juntos, somos mais fortes. E continuamos do mesmo jeito que começamos: pisando forte no chão e sonhando alto", afirma Odilon Esteves, um dos integrantes da companhia, cujo nome veio de canção homônima de Tony Fergo. "Luna lunera" é expressão metafórica, poética, quase intraduzível. Algo como lua de aura encantadora, "enluarante".

Nestes dez anos, um dos marcos é "Aqueles Dois" (2007), baseado nas correspondências do escritor Caio Fernando Abreu. "Encontramos o texto do Caio e começamos a utilizá-lo em oficinas internas. Não tínhamos a pretensão de que virasse uma peça. Nossa proposta era que cada um de nós nos dirigíssemos durante uma semana. Foi um momento de ressignificação das relações internas do grupo".

Odilon lembra que a dramaturga Maria Adelaide Amaral, amiga de Caio, assistiu o espetáculo em São Paulo. Ao final, procurou o grupo. "Elas nos disse que o Caio ficava deprimido com as adaptações dos textos dele para o teatro. Reclamava que eram melancólicas. Maria Adelaide disse que, se Caio assistisse a nossa, teria ficado feliz", afirma o ator, contando que "Aqueles Dois" foi apresentado até no México.

Qual outra companhia foi e continua sendo referência para o grupo? "O Galpão. É um grupo que se mantém há tanto tempo junto e está sempre arriscando. Ao mesmo tempo que fazem ‘Partido’, muito experimental, encenam ‘Romeu e Julieta’. É sempre um novo passo no escuro, um novo projeto, uma interrogação".

Cortiços
Direção Tuca Pinheiro
Teatro do Grupo Corpo (av. Bandeirantes, 866, Mangabeiras). Dias 19 (sexta) e 20 (sábado), às 21h, e domingo (21), às 19h.

http://www.otempo.com.br/jornalpampulha/noticias/?IdEdicao=259&IdCanal=9&IdSubCanal=&IdNoticia=8554&IdTipoNoticia=1

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Reencontro com a história da Luna Lunera
MILTON LUIZ
Em 2001, quando se formaram no curso de teatro do Palácio das Artes e decidiram criar um grupo, os atores da Cia. Luna Lunera ouviram algumas pessoas comentarem: "ah, a história é repetida. Todo mundo que forma fala que vai virar um grupo. Espera dois meses..." Odilon Esteves conta que essa provocação perseguiu o grupo, que agora completa uma década de existência, em alguns momentos.

Esta trajetória, feita de sucesso, reconhecimento e prêmios, poderá ser revista. Três dos cinco espetáculos produzidos pela Luna Lunera serão reapresentados em uma mostra que vai ocupar três teatros, nos meses de agosto e setembro. "Cortiços" abre a série, com apresentações entre os dias 19 e 21 de agosto, no teatro do grupo Corpo.

Na sequência, "Aqueles Dois" (em temporada entre os dias 9 e 18 de setembro, na sala Juvenal Dias). "Nesta Data Querida", que poderá ser visto de 23 a 25 de setembro, no teatro Dom Silvério, fecha a trilogia. "A sensação é que a gente está sempre recomeçando. É bonito pensar que existimos como grupo. O balanço desses dez anos é pensar que, juntos, somos mais fortes. E continuamos do mesmo jeito que começamos: pisando forte no chão e sonhando alto", afirma Odilon Esteves, um dos integrantes da companhia, cujo nome veio de canção homônima de Tony Fergo. "Luna lunera" é expressão metafórica, poética, quase intraduzível. Algo como lua de aura encantadora, "enluarante".

Nestes dez anos, um dos marcos é "Aqueles Dois" (2007), baseado nas correspondências do escritor Caio Fernando Abreu. "Encontramos o texto do Caio e começamos a utilizá-lo em oficinas internas. Não tínhamos a pretensão de que virasse uma peça. Nossa proposta era que cada um de nós nos dirigíssemos durante uma semana. Foi um momento de ressignificação das relações internas do grupo".

Odilon lembra que a dramaturga Maria Adelaide Amaral, amiga de Caio, assistiu o espetáculo em São Paulo. Ao final, procurou o grupo. "Elas nos disse que o Caio ficava deprimido com as adaptações dos textos dele para o teatro. Reclamava que eram melancólicas. Maria Adelaide disse que, se Caio assistisse a nossa, teria ficado feliz", afirma o ator, contando que "Aqueles Dois" foi apresentado até no México.

Qual outra companhia foi e continua sendo referência para o grupo? "O Galpão. É um grupo que se mantém há tanto tempo junto e está sempre arriscando. Ao mesmo tempo que fazem ‘Partido’, muito experimental, encenam ‘Romeu e Julieta’. É sempre um novo passo no escuro, um novo projeto, uma interrogação".

Cortiços
Direção Tuca Pinheiro
Teatro do Grupo Corpo (av. Bandeirantes, 866, Mangabeiras). Dias 19 (sexta) e 20 (sábado), às 21h, e domingo (21), às 19h.

http://www.otempo.com.br/jornalpampulha/noticias/?IdEdicao=140&IdCanal=9&IdSubCanal=&IdNoticia=4228&IdTipoNoticia=1

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6º Prêmio Usiminas Sinparc [2009] - Cortiços é premiado com dois troféus

>> segunda-feira, 8 de junho de 2009



No dia 26 de maio, o Teatro Sesi Minas sediou a 6ª edição do Prêmio Usiminas Sinparc. A solenidade reconheceu 32 talentos das artes cênicas de Minas Gerais, separados em três categorias: adulto, infantil e dança. Como nas outras edições, o troféu mais aguardado foi o de Melhor Espetáculo. Desta vez, os vencedores foram: "Auto da compadecida" (adulto), "Faladores" (dança) e "A arca de Vinícius" (infantil). Além desses, outros trabalhos se consolidaram como favoritos dos jurados, tais como "Cocoricó - Sol férias na fazenda" (cinco troféus), "Uma surpresa para Benedita" (dois troféus), "Romeu & Romeu" (dois troféus), "Cortiços" (dois troféus) e "Dolores" (dois troféus).


Relação dos ganhadores


> Teatro Adulto

Melhor espetáculo
Auto da Compadecida - Alexandre Mauro Toledo

Melhor Ator
Ricardo Batista - A tocaia

Melhor atriz
Samira Ávila - Fala comigo como a chuva

Melhor texto inédito
2 de novembro - Wesley Marchiori

Revelação ator/atriz
Leonardo Fernandes - Dois perdidos numa noite suja

Melhor trilha original
Leru Faria - Auto da compadecida

Melhor criação de luz
Felipe Cosse e Juliano Soelho - Cortiços

Melhor Cenário
Kalluh Araújo e Cynthia Dias - Romeu & Romeu

Melhor figurino
Alexandre Colla - Avarento

Melhor atriz coadjuvante
Fernanda Aguilar - Desventuras de um descasado

Melhor ator coadjuvante

Marcelo Souza e Silva - Cortiços

Melhor direção
Kalluh Araújo - Romeu & Romeu


> Dança

Melhor espetáculo
Faladores - Cia Mário Nascimento

Melhor bailarino
José Vilaça - Faladores

Melhor bailarina
Inês Amaral - De esconder para lembrar

Bailarino(a) revelação
Veridiana Athayde - Acordedentro

Melhor trilha sonora
Kiko Klauss - De esconder para lembrar

Melhor criação de luz
Rodrigo Marçal - Dolores

Melhor cenário ou concepção cenográfica
Vanessa Alves - Quebranto

Melhor figurino
Baby Mesquita - Dolores

Melhor concepção coreográfica
Mário Nascimento - Faladores


> Infantil

Melhor espetáculo
A arca de Vinícius - Cynthilante Produções

Melhor ator
Tiago Mafra - Uma surpresa para Benedita

Melhor atriz
Adriana Molares - Uma surpresa para Benedita

Melhor texto inédito
Glicério Rosário - Cocoricó - Sol férias na fazenda

Melhor trilha original
Ladston Nascimento - Mogli - O menino lobo

Melhor criação de luz
Yuri Simon - A arca de Vinícius

Melhor cenário
Carlomon Bonfim - Cocoricó - Sol férias na fazenda

Melhor figurino
Fredy Mozart - Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Guará

Melhor atriz coadjuvante
Bianca Tocafundo - Cocoricó - Sol férias na fazenda

Melhor ator coadjuvante
Ricardo Ikier - Cocoricó - Sol férias na fazenda

Melhor direção
Carloman Bonfim e Iolene de Stefano - Cocoricó - Sol férias na fazenda

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Vencedores Prêmio Shell de Teatro 2009 - São Paulo

>> quarta-feira, 18 de março de 2009

O espetáculo Aqueles dois concorreu aos prêmios de Melhor Direção, Melhor Cenário e Melhor Iluminação.


Confira a lista completa dos vencedores do 21º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo:


Autor:
· Marçal Aquino e Marília Toledo, por Amor de servidão

Cenário:
· Renato Bolelli Rebouças, por Arrufos

Figurino:
· Silvana Marcondes, Fernando Sato e Júlio Dojcsar, por O santo guerreiro e o herói desajustado

Iluminação:
· Felipe Cosse e Juliano Coelho, por Aqueles dois


Música:
· Josimar Carneiro, pela direção musical de Divina Elizeth

Categoria especial:
· Centro de Pesquisa Teatral do Sesc, pelos 10 anos do projeto Prêt-à-Porter

Diretor:
· Marco Antônio Braz, por A alma boa de Setsuan

Ator:
· Domingos Montagner e Fernando Sampaio, por A noite dos palhaços mudos

Atriz:
· Isabel Teixeira, por Rainha[(s)] – duas atrizes em busca de um coração

Homenagem:
· Ao professor e editor Jacó Guinsburg, pela contribuição ao pensamento crítico do teatro no Brasil.

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Aqueles Dois concorre ao Prêmio Shell de Teatro

>> sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Criado em 1989, o Prêmio Shell de Teatro (www.shell.com.br/teatro) é ponto de referência nos palcos brasileiros. Em cada edição do prêmio são divulgadas duas listas de indicados. Os espetáculos selecionados na segunda fase estrearam em São Paulo entre os meses de julho e dezembro de 2008. Confira o regulamento no site.

Os vencedores de cada categoria recebem uma escultura em metal do artista plástico Domenico Calabroni, com a forma de uma concha dourada, inspirada na logomarca da Shell, e uma premiação individual de R$ 8 mil (oito mil reais). A premiação é oferecida aos maiores destaques da temporada teatral, no Rio de Janeiro e em São Paulo, separadamente, em nove categorias: Autor, Diretor, Ator, Atriz, Cenário, Iluminação, Música, Figurino e Especial.
Os vencedores do 21º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo serão conhecidos em março deste ano.

Confira a lista completa de indicados ao 21º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo:
O espetáculo Aqueles Dois concorre nas categorias Melhor Direção, Melhor Cenário e Melhor Iluminação.

Autor:
(2º semestre)
• Jandira Martini, por “O eclipse”
• Marçal Aquino e Marília Toledo, por “Amor de servidão”

(1º semestre)
• Grace Passô, por “Amores surdos”
• Sérgio Roveri, por “A coleira de Bóris”

Direção:
(2º semestre)
• Cláudio Dias, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves, Rômulo Braga e José Walter Albinati, da Cia. Luna Lunera, por “Aqueles dois”
• Fábio Resende, por “A brava”
• Marco Antônio Braz, por “A alma boa de Setsuan”

(1º semestre)
• Alvaro Assad, por “A noite dos palhaços mudos”
• Marco Antonio Rodrigues, por “A coleira de Bóris”
• Rita Clemente, por “Amores surdos”

Ator:
(2º semestre)
• Ésio Magalhães, por “Encruzilhados – entre a barbárie e o sonho”
• Marcelo Médici, por “O mistério de Irma Vap”

(1º semestre)
• Domingos Montagner, por “A noite dos palhaços mudos”
• Fernando Sampaio, por “A noite dos palhaços mudos”
• Nilton Bicudo, por “O natimorto — um musical silencioso”

Atriz:
(2º semestre)
• Denise Fraga, por “A alma boa de Setsuan”
• Isabel Teixeira, por “Rainha[(s)] – duas atrizes em busca de um coração”

(1º semestre)
• Cácia Goulart, por “Bartleby”
• Paula Arruda, por “O céu 5 minutos antes da tempestade”

Cenário:
(2º semestre)
• André Cortez, por “Orlando furioso”
• Cláudio Dias, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves, Rômulo Braga e José Walter Albinati, da Cia. Luna Lunera, por “Aqueles dois”
• Márcio Medina, por “A alma boa de Setsuan”

(1º semestre)
• André Cortez, por “Bartleby”
• Bruna Christófaro, por “Amores surdos”
• Renato Bolelli Rebouças, por “Arrufos”

Figurino:
(2º semestre)
• Marcelo Pies, por “Hamlet”
• Verónica Julian, por “A alma boa de Setsuan”

(1º semestre)
• Rosângela Ribeiro, por “Senhora dos afogados”
• Silvana Marcondes, Fernando Sato e Júlio Dojcsar, por “O santo guerreiro e o herói desajustado”

Iluminação:
(2º semestre)
• Felipe Cosse e Juliano Coelho, por “Aqueles dois”
• Wagner Freire, por “A alma boa de Setsuan”(1º semestre)
• Carlos Gaúcho, por “A coleira de Bóris”
• Lúcia Chedieck, por “Memória do mundo”

Música:
(2º semestre)
• Beto Firmino, por “O público”
• João Poleto, por “Orlando furioso”
• Lincoln Antonio, por “Rainha[(s)] – duas atrizes em busca de um coração”

(1º semestre)
• Josimar Carneiro, pela direção musical de “Divina Elizeth”
• Marcelo Pellegrini, pela trilha sonora original de “A noite dos palhaços mudos”

Categoria especial:
(2º semestre)
• Aderbal Freire Filho com Bárbara Harrington e Wagner Moura, pela tradução de “Hamlet”
• Grupo Sobrevento, pela pesquisa da técnica dos “pupi” no espetáculo de bonecos “Orlando furioso”
• Teatro Máquina, pela técnica de manipulação direta e aparente do espetáculo “O cantil”

(1º semestre)
• Centro de Pesquisa Teatral do Sesc, pelos 10 anos do projeto Prêt-à-Porter
• Grupo XIX de Teatro, pela pesquisa e criação de “Arrufos”
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